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Agronegócio

22/09/2020 10:43 Queimadas Recorde

Governo Bolsonaro: Queimadas recorde e gasto de 0,4% do orçamento no Ministério do Meio Ambiente

O governo Bolsonaro com a política suicida para o Meio Ambiente demonstra que o liberalismo econômico de sua equipe está ligado ao passado que destruiu boa parte da biodiversidade do mundo.

                        De acordo com a organização civil, Observatório do Clima, o governo Bolsonaro, através do Ministério do Meio Ambiente gastou apenas R$ 105.409 nas ações orçamentárias diretas em 2020 até 31 de agosto, sendo que o valor liquidado corresponde a 0.4% do orçamento autorizado para 2020.

                        Nos termos do observatório do clima, esse dinheiro, em tese, deveria ser usado para tocar toda a política ambiental federal a cargo do ministério, em ações como o combate à mudança do clima, a prevenção aos efeitos da desertificação, a política de proteção da biodiversidade e a promoção da qualidade ambiental urbana.

                        “Ponderada a execução orçamentária, o projeto em curso é não fazer política ambiental, seja paralisando o que vinha sendo executado, seja não iniciando novos projetos que tenham a devida concretude”, afirma nota técnica do Observatório do Clima publicada nesta sexta-feira (11), que analisou o desempenho orçamentário da pasta.

                        Vejamos que a conclusão da técnica do Observatório de que o projeto do governo Bolsonaro é NÃO FAZER POLÍTICA AMBIENTAL, vem de encontro com a fala em reunião ministerial em que foi divulgado o vídeo pelo STF, onde, de acordo com o Ministro do Meio Ambiente, "Nós temos a possibilidade neste momento, que a atenção da imprensa está voltada quase que exclusivamente para covid-19... A oportunidade que nós temos, que a imprensa está nos dando um pouco de alívio nos outros temas, é passar as reformas infralegais de desregulamentação, simplificação, todas as reformas que o mundo inteiro cobrou".

                        Não bastasse a fala do Ministro, há ainda, inúmeras declarações do próprio presidente de que o meio ambiente não é a prioridade de seu governo, vejamos a reportagem do El País, onde destaca Bolsonaro como vilão ambiental https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/28/politica/1564267856_295777.html.

                        Não poderia ser diferente, o País estar com céu em fumaça, devido ao recorde de queimadas na Amazônia, Pantanal e outros biomas.

                        O destaque que o Assimetria dá nessa situação é que é preciso compreender que preservar a natureza é fundamental para manter todos os seres vivos do planeta, inclusive, os homens.

                        Não há economia ou qualquer outro setor se o meio ambiente estiver destruído, dessa forma, a visão torpe desse governo, em priorizar a economia em detrimento da natureza é suicida.

                        O Brasil com os biomas da Amazônia e Pantanal, que arde em chamas, é importantíssimo para todo o planeta, sendo que sua preservação se torna obrigatória tanto para a atual geração como para as novas gerações.

                        As milhares de árvores que queimam são indispensáveis na natureza, pois purificam e umidificam o ar, retirando o gás carbônico (CO2), capturando gases tóxicos e devolvendo oxigênio para a atmosfera. Além disso, as árvores trazem outros benefícios para vários ecossistemas e espaços públicos.

                        O governo Bolsonaro com a política suicida para o Meio Ambiente demonstra que o liberalismo econômico de sua equipe está ligado ao passado que destruiu boa parte da biodiversidade do mundo.

                        Ocorre que a destruição da natureza ocorrida em outros países do mundo não pode e nem deve ser utilizada como exemplo para aplicação de medidas de destruição da natureza, como ocorre no governo Bolsonaro, pelo contrário, deveria ser observado os erros para não repeti-los, mas a ignorância, que é característica desse governo, impende-os de enxergar.

                        A população brasileira precisa compreender os riscos em todos os sentidos, seja em saúde, economia, ecologia, etc, que corre ao eleger políticos ditos salvadores da pátria, como é o caso de Bolsonaro.


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